Blog Sobelle

Tudo o que você precisa saber sobre produtos de limpeza + detalhamento de composição da espuma DEEP CLEAN

Colaboração Andreina Mota

     Primeiro é importante enfatizar o quanto o conhecimento pode agregar ainda mais valor ao seu trabalho! Simmmmmm! Para gerar autoridade e aumentar ainda mais a sua credibilidade se dedique, estude e busque sempre mais informações sobre tudo o que envolve os produtos, o processo e a rotina dos serviços que você oferece! Na matéria de hoje vamos esclarecer o que os produtos de limpeza têm em comum com a famosa espuma de limpeza Sobelle! Vem ver!

     Na composição dos produtos de limpeza existe um ingrediente chamado tensoativo. E são justamente esses tensoativos que, por meio de suas estruturas englobam as sujidades, fazendo que por meio do araste consigamos a limpeza local. Além disso, os tensoativos desempenham um papel crucial na formulação de produtos cosméticos, pois são substâncias que auxiliam na mistura de ingredientes que, de outra forma, não se mesclariam facilmente. Eles são fundamentais para a estabilidade e eficácia de muitos produtos de cuidados pessoais, como shampoos, sabonetes, cremes e loções.

Para facilitar o entendimento, exemplificamos a diferença de cada um no quadro abaixo:

  1. Aniônicos: São os tensoativos mais comuns em produtos de limpeza, como sabonetes e shampoos. Exemplos: incluem sulfatos e sulfonatos, que têm a capacidade de remover sujeira e óleos da pele e do cabelo.
  2. Catiônicos: Utilizados principalmente em condicionadores capilares e cremes para o corpo, esses tensoativos ajudam a proporcionar suavidade, condicionamento e ação antiestática. Quaternários de amônio são exemplos comuns dessa categoria.
  3. Não iônicos: São suaves e compatíveis com uma variedade de ingredientes, sendo frequentemente encontrados em cremes faciais, loções e produtos para bebês. Tensoativos como etoxilatos de álcoois e ésteres de sorbitano são exemplos de tensoativos não iônicos.
  4. Anfóteros: Possuem carga elétrica variável, o que os torna compatíveis com diferentes tipos de formulações. São comuns em shampoos suaves e produtos de limpeza facial. Aminoácidos e betaínas são exemplos de tensoativos anfóteros.
  5. Biológicos ou Naturais: Essa categoria inclui tensoativos derivados de fontes naturais, como óleos vegetais. Esses tensoativos são preferidos em produtos de cuidados pessoais voltados para consumidores preocupados com ingredientes naturais e orgânicos.

      A escolha do tensoativo dependerá do tipo de produto cosmético, do resultado desejado e das preferências do consumidor em relação à suavidade, condicionamento e propriedades de limpeza. O equilíbrio entre essas propriedades é essencial para formular produtos cosméticos eficazes e agradáveis de usar.

Sabendo disso é possível identificarmos os tipos de tensoativo nas composições e entender melhor sua ação.

 

    Falando da linha DEEP CLEAN, a espuma de limpeza da Sobelle apresenta um tensoativo bastante eficaz, como o tensoativo secundário cocoamidopropil, sendo reconhecido por ser leve e pouco irritante dentro da categoria de tensoativos anfóteros. O disodium laureth sufosuccinate é também muito popular em substâncias limpantes, potencializando a ação do tensoativo na produção da espuma. Esse ativo junto ao frasco espumador, promove uma espuma densa, que facilita a aplicação da deep clean no dia a dia de atendimento, além de ser uma ótima oportunidade de oferta para utilização das clientes em home care ajudando na efetividade dos procedimentos. Ainda, outro fator de destaque nesse produto é o pH ideal para pele, isso ajuda a diminuir o risco de irritações e sensibilidades, o que faz dela uma excelente opção de espuma para uso diário e também como etapa de limpeza em protocolos de sobrancelhas e cílios.

Me conta, já sabia esses fatos sobre os produtos de limpeza e, se já utilizou a espuma DEEP CLEAN da Sobelle deixe aqui nos comentários o que achou!

Cuidados com a cola

 

     Ei Lash, se você é iniciante ou tem algum conhecimento na área mas ainda assim acaba cometendo erros que comprometem o seu atendimento, você precisa ler essa matéria! Para nos orientar em relação ao armazenamento da cola e dar dicas valiosas, contamos com ajuda e expertise da lash Milena Ferrari que, além de ser formada em Biomedicina Estética também é uma superparceira da Sobelle! Vale a pena a leitura!

 

Primeiro é importante entender que a cola para extensão de cílios é um produto químico que possui a função de unir = colar duas superfícies. Vale ressaltar que ela é produzida com diversos componentes, sendo que, 90 a 99% do frasco é composto praticamente de cianoacrilato, enquanto o restante é composto de pigmentos e estabilizantes. Nesse sentido, é necessário alguns cuidados especiais para manusear o cianocrilato de forma correta a fim de garantir um melhor desempenho da sua cola.

     Geralmente quando você recebe a cola, ela vem armazenada no magic pack, que a protege da luz, umidade e temperaturas extremas. Após aberta, você deve mantê-la neste recipiente ou em um pote hermético, de preferência escuro e com sílica. O cianoacrilato em sua forma líquida, é composto quimicamente por monômeros,  o que significa que, quando entra em contato com a umidade e a temperatura ambiente, passa pelo processo de polimerização, que é o momento em que os estabilizantes da cola são inibidos, as moléculas se ligam e formam os polímeros, gerando o adesivo em sua forma sólida.

     Por este motivo, devemos mantê-la nestes recipientes para que o frasco seja totalmente eficiente por 30 dias. Lembrando! O frasco após aberto possui validade de 30 a 40 dias, justamente pelo fato que foi citado anteriormente mas, isso também dependerá da forma como você o armazena. Após este tempo, a cola deve ser substituída, dessa forma você terá resultados mais duradouros e suas clientes sairão mais satisfeitas.

      Por fim e não menos importante: para manter os gases da cola dentro do frasco, devemos agitá-lo de forma suave por alguns segundos – antes de usá-la -, isso é necessário para misturar o pigmento (carbon black) com os demais componentes do frasco.

 

     Atenção! Ao despejar a gota é necessário limpar o bico da cola para que não ocorra entupimento, mas se necessário, pode-se substituir o bico por um novo. Importante reforçar que este tipo de produto, por ser químico, deve ser manuseado com ajuda de EPI’s: como luvas descartáveis e máscara com filtro de carbono para evitar inalação de gases tóxicos; jaleco e óculos de proteção. Além disso, ele é um produto altamente inflamável quando exposto em contato com algodão e plásticos, portanto, evite contato com os mesmos!

Curtiram as dicas? Então já encaminha para aquela amiga lash que também está começando!

Classificação Cosmética – Regras e Regulamentação Segundo a Anvisa

 

Muito se fala sobre “tal produto tem ANVISA?”… Mas a verdade é que pouquíssimas profissionais entendem sobre a regulamentação que rege os cosméticos no nosso país, para entender realmente qual o “certo” e o “errado”. Pensando nisso, vamos esclarecer alguns pontos nesse artigo.

A regulamentação de um produto cosmético na ANVISA é um processo fundamental para todos os produtos que se enquadram nessa categoria. Entretanto, esse processo varia de acordo com a classificação que o cosmético apresenta.

            Primeiramente, é importante entendermos o que é um produto COSMÉTICO.

Segundo a RDC 211/2005 (ANVISA), a qual você pode acessar e ler na íntegra as referências no final do texto:

Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes (HPPC) são preparações constituídas por substâncias naturais ou sintéticas, de uso externo nas diversas partes do corpo humano, pele, sistema capilar, unhas, lábios, órgãos genitais externos, dentes e membranas mucosas da cavidade oral, com o objetivo exclusivo ou principal de limpá-los, perfumá-los, alterar sua aparência, corrigir odores corporais e protegê-los ou mantê-los em bom estado.

 

Ainda nessa RDC ANVISA, os tipos de HPPCs são separados em Grau 1 e Grau 2:

  • Grau 1 – estão os produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes que se caracterizam por possuírem propriedades básicas ou elementares, cuja comprovação não seja inicialmente necessária e não requeiram informações detalhadas quanto ao seu modo e restrições de uso, devido às características intrínsecas ao produto.
  • Grau 2 – compreende HPCs que possuem indicações específicas, cujas características exigem comprovação de segurança ou eficácia, bem como informações e cuidados, modo e restrições de uso.

     Você pode ler a RDC completa com a lista de produtos grau 1 e grau 2 clicando aqui.

 

MAS OS PRODUTOS DE CÍLIOS, MICRO E SOBRANCELHAS, SE ENCAIXAM EM QUAL CATEGORIA?

 

      DEPENDE, há muitos produtos Grau 1 que apenas necessitam serem notificados a Anvisa sobre sua comercialização – sendo ISENTOS DE REGISTRO -, quanto produtos Grau 2, estes além de notificados, precisam passar por uma avaliação, o que significa que são passíveis ou não de registro. E, para fazer essa diferenciação, é importante recorrer a RDC citada anteriormente.

       Dessa forma, os cosméticos Grau 2 sem registro são aqueles que, apesar de possuírem indicações específicas e que vão além das propriedades básicas, não estão listados no Anexo VIII da RDC 7/2015. Enquanto os cosméticos de Grau 2 com registros são, especificamente, os protetores solares, alisantes e tinturas capilares, produtos infantis, repelente e gel antisséptico para as mãos.

      Adesivos de extensão de cílios por exemplo, se caracterizam como cosméticos de Grau 2 porém, não estão inclusos do anexo da RDC. Sendo assim, não há até a data atual, necessidade explícita de registro, no entanto, os mesmos devem ser NOTIFICADOS.

    No site da própria ANVISA é possível pesquisar sobre um cosmético cadastrado, por exemplo: se você entrar agora no site da sobelle e clicar em algum dos nossos adesivos, visualizará na descrição do produto o número do processo de registro: 

 

 

Com esse número de registro podemos fazer uma pesquisa rápida no portal da ANVISA e ter acesso a todas as informações do processo referente a este produto.

No exemplo abaixo pesquisei o número de processo do adesivo Powerful:

     Ou seja, o processo de notificação junto a ANVISA nos ajuda a ter maior confiabilidade sobre um produto, além de agregar valor ao nosso protocolo junto a cliente, contribuindo para maior autoridade e respeito a nossa profissão.

Gostaram do conteúdo? Escrevam nos comentários e também em nossas redes sociais, seu feedback é importantíssimo para que continuemos produzindo conteúdo de altíssimo valor.

 

 

Fontes:

RDC 211/2005 (ANVISA): Ministério da Saúde. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2005/rdc0211_14_07_2005.html>. Acesso em: 23 out. 2023.

JR., F. Diferença entre registro e notificação de cosméticos pela ANVISA. Disponível em: <https://farmaconjr.com/entenda-a-diferenca-entre-registro-e-notificacao-de-cosmeticos-pela-anvisa/>. Acesso em: 23 out. 2023.

YONEYAMA, T. Conceitos e Definições. Em: Engenharia de Controle: Teoria e Prática. [s.l.] Editora Blucher, 2022. p. 19–30.

DE VALÉCIO, M. Como funciona o registro de cosméticos na Anvisa. Disponível em: <https://ictq.com.br/assuntos-regulatorios/3176-como-funciona-o-registro-de-cosmeticos-na-anvisa>. Acesso em: 23 out. 2023.

 

 

Como o Conhecimento Científico Pode Valorizar a Área Da Beleza

 

COMO O CONHECIMENTO CIENTÍFICO PODE VALORIZAR A ÁREA DA BELEZA

Por Andreina Mota

      Quando falamos em ciência muitas vezes nossa percepção é imaginar algo distante da nossa realidade, com senhorzinhos de cabelo bagunçado, jaleco e elementos químicos explodindo, mas na verdade a definição de ciência é muito mais próxima da nossa realidade, e ter sabedoria quanto a isso tornará a área da beleza cada vez mais respeitada. A ciência separa o fato da ficção, tricologia, fisiologia, química, cosmética… a ciência se aplica a tudo, e não basta dizer “ISSO É COMPROVADO CIENTIFICAMENTE” para ganhar a confiança do seu cliente.

    Primeiro: a ciência não comprova, ela evidencia, e quanto mais evidencia algo, mais o conhecimento científico se estabelece, isso não significa que seja IMUTÁVEL. Conforme estudamos e testamos, podem surgir novas evidências.

    Segundo: opinião não é ciência. Ciência é uma palavra que deriva do latim scientia, que significa conhecimento, ou seja, a busca objetiva do conhecimento sobretudo ao nosso redor.

O método científico se baseia em 3 pontos:

Como podemos aplicar isso pensando na nossa rotina de trabalho / atendimento?

Vamos a um exemplo real do dia a dia de uma lash designer… um produto novo chega no mercado, como evidenciar a eficácia desse produto?

 

  • Observação e Raciocínio: observar o rótulo, entender qual é a promessa do produto e ANALISAR a composição para EVIDENCIAR se os componentes ali presentes podem realmente fazer com que aquele produto cumpra a PROMESSA do rótulo.
  • Teste: fazer testes em modelos com o produto, anotando as etapas do protocolo de atendimento e as divergências entre cada atendimento para, a partir de um número X de testes, tirar as primeiras conclusões.
  • Ligar os pontos: por meio da observação você chegará a alguma conclusão, seja positiva ou negativa a respeito daquele produto, agora é hora de unir essas conclusões as hipóteses que nos farão entender o PORQUÊ de chegar a essa opinião.

     Vamos ser sinceras, você realmente TESTA seus novos produtos antes de expor ao atendimento ao cliente? Fazer testes reais, registrar e usar isso na sua divulgação ajudará de forma significativa a ganhar AUTORIDADE e conquistar a CONFIANÇA das suas clientes e futuras clientes.

     A maioria dos profissionais se intimidam com a química por exemplo, e aqueles que não buscam o entendimento para entender os rótulos, estarão fadados a ler apenas as propagandas sem assertividade quanto a real eficácia dos produtos. Manter um registro fiel dos atendimentos e anotações sobre os produtos usados, forma de aplicação e mapeamento de forma padronizada e sistemática, torna-se essencial para validação do seu atendimento e até mesmo para solucionar possíveis problemas. Entenda que esses registros te ajudarão a tornar seu protocolo cada vez mais eficaz e personalizado de acordo com as necessidades de cada cliente.

       Tome cuidado para não aceitar ideias ou tirar conclusões baseadas em fontes não fidedignas, seja por meio de propagandas, posts de instagram – que apesar de serem ótimas fontes de informação -, podem não ser completamente confiáveis, ou seja, sempre questione e faça suas próprias pesquisas para checar se o conteúdo ali presente é realmente embasado em ciência, e não apenas em “vozes da cabeça” de quem está te informando ou buscando te vender algo. Blogs como este mostram o interesse real de marcas de confiança, como é a Sobelle, de democratizar o acesso a informação e realmente educar o público, e não apenas buscar o consumidor final.

      Levar o OLHAR COM CIÊNCIA adiante, vem com intuito de simplificar o acesso a conhecimentos embasados sobre tricologia (estudo dos fios), fisiologia, química e cosmética, ligando estes pontos e tornando nossos protocolos cada vez mais seguros, transmitindo isso as nossas clientes, alunas e marcas, fazendo assim com que todo o mercado se eleve.

Quais destes temas você quer acompanhar nos nossos próximos textos?

Fontes:

HALAL, John. Milady TRICOLOGIA. 5° Edição norte-americana. Editora CENGAGE. Tradução EZ2translate.

Santos BS.Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez; 2004. p.21. Bourdieu P. Os usos sociais da ciência: por uma sociologia clínica do campo científico. São Paulo: Unesp; 2004.

Bourdieu P. Os usos sociais da ciência: por uma sociologia clínica do campo científico. São Paulo: Unesp; 2004.

Certificado de Lash Designer

     Olá, meu nome é Marysol Almeida, estou no mercado da beleza há mais de 8 anos e fiquei muito conhecida por estar entre as primeiras a desbravar esse mercado da extensão de cílios. Uma das minhas grandes paixões é ensinar, e por isso que estou aqui.
Hoje vamos entender sobre o nosso certificado  de  Lash Designer, quais as regras para emissão, qual a diferença dele de um nacional para internacional, e todos os detalhes. Então, boa leitura!

Primeiro vamos começar entendendo que os nossos cursos são denominados: Cursos Livres!

Cursos livres” são legais com base no Decreto Presidencial N° 5.154. Os cursos livres NÃO são regulamentados pelo MEC. É permitido emitir certificados, mas eles NÃO possuem validade oficial perante ao MEC.

MAS AFINAL DE CONTAS, O QUE SÃO CURSOS LIVRES?

      Um curso livre é uma modalidade de educação não-formal, de duração variada, seja ele presencial ou online (EAD), que é focado em um ensino complementar para qualificação profissional ou pessoal em uma determinada área, sem exigências de escolaridade anterior.

       De acordo com a Lei nº. 9394/96, o Decreto nº. 5.154/04 e a Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97), os cursos livres são uma modalidade de ensino legal e válida em todo o território nacional, embora não sejam regulamentados pelo MEC. Ainda de acordo com a lei, os cursos chamados “Livres” não necessitam de prévia autorização para funcionamento nem de posterior reconhecimento do Conselho de Educação competente.

IMPORTANTE!

     Como não existe legislação específica que regulamente estes cursos, os cursos livres não são passíveis de regulação por parte do Ministério da Educação. Não havendo exigência de escolaridade anterior. A categoria Curso Livre atende  a população com objetivo de oferecer profissionalização rápida para diversas áreas de atuação no mercado de trabalho, ex: Informática, Atendimento, Secretariado, Webdesign, Segurança, Idiomas, Culinária, Corte & Costura, Estética, Beleza, etc. Livre significa que não existe a obrigatoriedade de: carga horária podendo variar entre algumas horas ou vários meses de duração, disciplinas, tempo de duração e diploma anterior.

É POSSÍVEL MINISTRAR CURSOS LIVRES COMO PESSOA FÍSICA?

 

     Sim, de acordo com a lei é perfeitamente possível. A partir do momento que você é especialista em um determinado assunto e quer transmitir essa educação para outras pessoas, você pode ministrar seus cursos e emitir certificado para eles.

       Porém, você pode tornar seu certificado reconhecido (o Governo reconhece que você realmente trabalha ministrando cursos). Isso ocorre quando você faz seu CNPJ e coloca o CNAE, que nada mais é do que a Classificação Nacional de Atividades Econômicas. Essa classificação é muito importante, pois define alguns aspectos importantes a respeito do seu negócio. Através do código CNAE, o governo sabe, por exemplo, qual é a atividade desenvolvida pela sua empresa. Todas as empresas possuem estes códigos em seu CNPJ para identificar os serviços que prestam, as mercadorias que vendem ou os produtos que fabricam, inclusive quem é MEI. Importante ressaltar que uma empresa pode ter mais de um código de atividade, inclusive de setores da economia diferentes, por exemplo, pode ser atendimento e ministrar cursos. Apesar de poder escolher várias atividades, uma delas deve ser a principal, ou seja, a mais representativa, as demais serão secundárias.

Por exemplo: Você pode usar o CNAE 8599-6/99 que é considerado um professor particular, e temos também – que é o que uso – CNAE 8599-6/04 que é treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial. No MEI ele fica como Instrutor de Cursos Gerenciais Independentes.

AGORA VAMOS AOS INTERNACIONAIS!

    Para o Brasil: continua sendo certificado de Curso Livre, o que significa que nesse caso não há nenhum nível de hierarquia que o torne melhor ou mais especial que o meu ou o seu, ficou claro?

Mas Sol, quero um certificado Internacional porquê vou trabalhar nos Estados Unidos.

– Bom, te aconselho  a estudar a legislação do País antes. Mas vou te dar um spoiler:

     Para trabalhar como profissional de beleza nas áreas de Cosmetologia, Manicure ou Estética nos Estados Unidos, o profissional deve ter a licença profissional emitida pelo State Board de Cosmetologia do estado em que estiver trabalhando, ou seja: não é porquê você fez um curso aqui de uma empresa de lá que você já vai poder atender. E é preciso saber que em cada país você vai encontrar uma lei, e para trabalhar legalmente você tem que ter: Visto de Trabalho.

     Não estou te desanimando, mas quero que você saiba que existe um processo, não é somente chegar com um papel e sair atendendo, como fazem aqui no Brasil.

     Mas Sol, eu quero porquê acho chique. Ok! Faça! Não tem problema nenhum, absolutamente nenhum, você ter um sonho e realizá-lo, o único problema é você usar desculpas para isso e não prestar atenção no caminho que você mesmo está levando o mercado!

     Olha só, quando você sai do país, faz fotos, ancora seu certificado em uma viagem e experiência incrível, a sua cliente vai perceber esse valor de internacional, quando isso não acontece ela não percebe, fazer um curso aqui no Brasil e fazer um vlog ele sendo internacional ou não, vai dar a mesma percepção,  e se você for bem inteligente vai gerar muito valor sobre seu curso!

     Entenda que é diferente, por exemplo, de participar de um congresso no Brasil, com palestrantes internacionais, e você com aqueles fones para traduzir e etc, do que um certificado que uma brasileira emite com selo de fora?

     E tem um outro e não menos importante ponto:  nunca vi cliente chegar em studio e perguntar: “Sua certificação é internacional?” Na verdade, nunca nem vi clientes perguntando sobre certificados!

     O que você precisa entender é que cada vez que você decide que vai fazer um curso somente por ele ter uma certificação internacional e não se preocupando com a qualidade, você está empurrando o mercado para um caminho com bem pouca possibilidade de volta.

     Olha a lógica: A profissional é boa, mas não para de receber: “Ah, pensei que seu certificado fosse internacional” ela começa a se sentir pressionada e gasta uma grana para poder emitir um certificado internacional, mas acreditem: a técnica continua sendo dela, a paciência para ensinar continua sendo dela, tudo vem por ela.

     Mas com isso ela começa a abrir espaço para empresas – que nem sabemos a integridade -, entrarem no país e começarem a dominar o nosso mercado.

     Até aqui você só foi parte causadora do problema, mas não sentiu ele na pele. Contudo, daqui uns anos, quando você quiser ministrar cursos, a cultura que você ajudou a implementar agora estará tão forte que você vai se tornar vítima, você só vai conseguir alunas se pagar uma empresa para colocar o nome dela, e você poder chamar seu certificado para as brasileiras também de Internacional.

    Mas o mais louco ainda está por vir: por vivermos em um grande efeito manada, a grande maioria nunca nem parou para pensar o que significa internacional, que nada mais é que: “que se promove entre nações; exterior.” Ou seja: meu amor, o seu certificado para uma russa, uma americana ou para qualquer pessoa que não seja do Brasil também é internacional!

    Então, minha dica é: parem com essa loucura de internacional. Busquem qualidade! A sua primeira e nem a segunda pergunta deve ser sobre ser internacional ou não (que só servirá para massagear o seu ego), mas sim sobre qualidade, cronograma e etc.

     E enquanto isso, para nós Educadoras, minha dica é: Fortaleça sua marca, trabalhe seu branding tão forte que essa pergunta: “É internacional?” se torne tão escassa que você esqueça do dia que os próprios brasileiros começaram essa conversa para venderem mais caro algo que nem significado legal tem!

Conheça os diferenciais dos famosos fios y

Quem aqui é apaixonada por fios tecnológicos? Então esse post é pra você!

Colaboração Larissa Arikita

 

 

   Quem é lash sabe, eles fazem o maior sucesso e são muito procurados, sobretudo pela durabilidade, leveza e volume, proporcionando assim um olhar marcante e oferecendo, ao mesmo tempo, um efeito lindo e que as clientes amam! Os fios Double Lashes Y Sobelle (cílios duplos y) mais conhecidos como técnica de volume brasileiro, são fios em formato Y dando efeito de volume 2D, ou seja, 2 fios acoplados em um fio natural.

 

 

   Vale relembrar que a Sobelle foi pioneira em trazer esse fio. Sua produção manteve a base de qualidade da linha Mink Lash, PBT (polibutileno tereftalato), mesma textura do verdadeiro Mink Real para utilização em cílios naturais, coloração mate, aderência e formato, que também se mantiveram por mais tempo que os cílios chineses, não é demais? Como diferencial, o fio Y se destaca por ser bem macio, bem pretinho, então você consegue preencher 100% dos cílios dando um efeito como se fossem cílios postiços, já que as pontas começam a se cruzar dando um verdadeiro “up” no olhar! Aqui na Sobelle temos os cílios nas curvaturas C e D. A diferença entre as curvaturas é: curvatura C dá um efeito mais clássico, natural e elegante e a curvatura D proporciona um efeito mais acentuado, destacado.

 

     Segundo a nossa parceira e colaboradora nessa matéria, Larissa Arikita o ideal é que se tenham os dois, uma vez que, normalmente no canto interno as pessoas têm os fios mais caídos, mais retos, enquanto, do meio para o final e do meio para o começo, têm curvatura diferente. Então a sugestão é, dependendo da cliente: colocar no canto interno até a metade a curvatura C e na área restante curvatura D. Essencial trabalhar também com os tamanhos de 8 a 14, dependendo, até o 15, ou seja, usem e abusem da criatividade. Com os cílios em mãos é possível testar novas possibilidades e, quem sabe, até criar um efeito com a sua assinatura. O segredo aqui é inovar… agora é com vocês!

 

Como saber qual a melhor cola para você?

 

       Informações Adicionais:

  • Retenção Aproximada: Até 7 semanas.
  • Tempo de Curagem: Até 2 segundos.
  • Temperatura do Ambiente: 20° a 30° graus.
  • Umidade Indicada: 50 a 90%.
  • N° Processo Anvisa: 25351.917437/2021-68.
  • Acompanhamento Grátis: 1 Magic Pack + Tampa para Desobstruir cola.
  • Não Contém: Fragrância, glúten, sulfato, látex e BPA.
  • Livre de: Óleos minerais e parabenos.

 

    E aí curtiram as dicas? Esperamos que sim mas, se mesmo depois dessas sugestões você observar que a secagem da sua cola ainda está lenta, aposte nos aceleradores, afinal, eles são eficazes e ótimos aliados para um melhor resultado final!

Leia mais

Como saber se a sua cola estragou?

 

Se você é lash iniciante certamente já deve ter se perguntado sobre isso mas,

fique tranquila, anotamos aqui todas as dicas que você precisa saber, inclusive,

orientações para que a sua cola dure mais! Veja à seguir!

 

Colaboração Larissa Arikita

             

      Acabaram-se as dúvidas! Fizemos uma listinha objetiva e essencial pra você não errar mais! Começamos com uma orientação básica, mas que muitas vezes acaba passando despercebida: a data de validade! Isso mesmo! Basta verificar no verso de cada produto qual a sua validade, uma vez que lá constam: a validade do produto enquanto lacrado / fechado e a validade após ser aberto. Os cuidados pós-aberto vêm depois e também são superimportantes:

 

  • Quando você abre o produto, imediatamente umidade e temperatura entram no frasco, por isso deverá abrir e fechar rapidamente e, mesmo que isso seja feito, depois de abertas as colas normalmente têm uma validade em torno de 3 meses. Aqui vale ressaltar que isso depende muito de quantas vezes você faz esse processo por dia em virtude dos seus atendimentos, o que significa que, se você faz isso com frequência essa validade vai diminuindo;

 

  • Outro ponto a ser observado: se você abre a cola e percebe que ela está com aspecto tipo “queijo preto derretido” – isso também varia de cola pra cola – tem cola que é mais líquida outras mais densas, porém, o que não pode acontecer é você colocar o fio e logo após pingar o adesivo como se fosse o “queijo” mencionado acima, isso significa que o produto já está estragado;

 

 

  • Perceba se a mesma apresenta um cheiro forte, isso pode ser um indício de que ela já não poderá ser mais usada, porém, isso não necessariamente tem a ver com a validade da cola. Por exemplo, se você não teve cuidado; se deixou o produto aberto; se guardou na geladeira ou em algum outro lugar quente e imaginou que estava protegida enquanto, na verdade, não estava.

 

AVISO IMPORTANTE! depois de aberta a responsabilidade da correta armazenagem da cola cabe a profissional.

 

 

Sendo assim o ideal é seguir corretamente as instruções de uso (conforme abaixo) para que a sua cola dure mais tempo! Então agora é com você!

 

  • Evite deixar o produto aberto;
  • Em hipótese alguma o coloque na geladeira;
  • Não deixe em local muito quente ou úmido;
  • Guarde no pote hermético (e adicione a sílica inteligente) ao pote para maior conservação;

 

Por fim e não menos importante: sempre guarde sua cola em pé, nunca de cabeça pra baixo ou deitada de lado.